Um mecânico da cidade mineira de Uberaba está iluminando diferentes locais do mundo com sua invenção. A ideia de Alfredo Moser deve atingir a marca de um milhão de casas por tudo o mundo, que utilizam a 'luz engarrafada'. A solução encontrada por ele para iluminar o próprio lar em um dia de corte de energia é simples, sustentável e funcional. Para isso, ele utilizou apenas garrafas plásticas PET com água e uma pequena quantidade de cloro.
A "lâmpada de Moser" foi inventada em um contexto delicado para o Brasil, quando em 2002 houve uma crise no fornecimento de energia elétrica. A invenção do brasileiro proporcionou uma alternativa viável e sustentável para obter luz, que inspira várias partes do mundo. “Essa é uma luz divina. Deus deu o sol e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro, você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.
Seguindo o método de Moser, uma fundação de caridade das Filipinas, a MyShelter, começou a produzir a invenção brasileira em junho de 2011. Agora, a entidade capacita pessoas para fazer e instalar as garrafas e, com isso, garantir uma pequena renda. Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia), a eletricidade é muito cara. A ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas e chegaram também, a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
A "lâmpada de Moser" foi inventada em um contexto delicado para o Brasil, quando em 2002 houve uma crise no fornecimento de energia elétrica. A invenção do brasileiro proporcionou uma alternativa viável e sustentável para obter luz, que inspira várias partes do mundo. “Essa é uma luz divina. Deus deu o sol e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro, você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.
Seguindo o método de Moser, uma fundação de caridade das Filipinas, a MyShelter, começou a produzir a invenção brasileira em junho de 2011. Agora, a entidade capacita pessoas para fazer e instalar as garrafas e, com isso, garantir uma pequena renda. Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia), a eletricidade é muito cara. A ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas e chegaram também, a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Como funciona
O funcionamento é através da refração da luz do sol em uma garrafa de dois litros cheia d'água. "Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde, por causa da proliferação de algas. Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser. Em seguida, é necessário fazer um buraco na telha com uma furadeira e encaixar, de cima para baixo, a garrafa cheia. "Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota. A lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta", ensina o inventor, que completa dizendo: "o resultado depende de quão forte é o sol, mas um engenheiro calculou que é entre 40 e 60 watts", finaliza Moser.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), as lâmpadas feitas com as garrafas plásticas não necessitam de energia para serem produzidas, já que o material pode ser coletado e reaproveitado pelos moradores da própria comunidade.
A “pegada de carbono” é a unidade que mede o quanto de CO2 é dispensado na atmosfera para se produzir algo. De acordo com a medida, cada lâmpada incandescente emite 0,42kg de CO2. Já as lâmpadas de 50 watts, ligadas 14 horas por dia no período de um ano, tem 'pegada de carbono' de quase 200kg de CO2. Com a analogia, a ONU em uma análise destacou: “as lâmpadas de Moser também não emitem CO2 quando ligadas”.
A “pegada de carbono” é a unidade que mede o quanto de CO2 é dispensado na atmosfera para se produzir algo. De acordo com a medida, cada lâmpada incandescente emite 0,42kg de CO2. Já as lâmpadas de 50 watts, ligadas 14 horas por dia no período de um ano, tem 'pegada de carbono' de quase 200kg de CO2. Com a analogia, a ONU em uma análise destacou: “as lâmpadas de Moser também não emitem CO2 quando ligadas”.
Alfredo Moser - solução para iluminar o ambiente de forma ecológica.
fonte:http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2013/08/27/interna_ultimas,47288/brasileiro-inventor-de-luz-engarrafada-tem-ideia-disseminada-pelo-mundo.shtml

