terça-feira, 28 de maio de 2013

SP - Educação e Cartoon Network unem forças para combater o bullying

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo faz parceria com a Cartoon Network para o combate ao bullying nas escolas.
http://www.youtube.com/watch?v=Wt0EwKUmRTI&feature=player_embedded
Em 28/05/2013
Uma iniciativa importante, pois sabemos que  a violência escolar é uma ferida aberta e que envolve toda a sociedade.
A escola é responsável pela socialização da criança e do adolescente, e hoje temos
um cenário de agressão, autoritarismo e desrespeito mútuo. A conscientização é um processo lento e exige o envolvimento de pais, alunos, professores, as instituições de forma geral e o estado como fomentador de políticas públicas.
No site do Unicef há um documento disponível que trata sobre a violência na escola, elaborado por Miriam Abramovay, professora da Universidade Católica de Brasília e coordenadora do Observatório de Violências nas Escolas-Brasil, Marta Avancini, pesquisadora da UNESCO, e Helena Oliveira, oficial de projetos do UNICEF.

Vale a pena conferir: veja no Unicef 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Deficientes sofrem com a falta de acessibilidade no DF

23/05/2013
Reportagem do DFTV mostra a dificuldade que as pessoas com deficiência  têm para se locomoverem pelas ruas do DF.
A situação do cadeirante na reportagem demonstra claramente o descaso e a falta de políticas públicas neste sentido.
Por se tratar de uma cidade planejada a situação fica ainda mais complicada, pois simplesmente deixaram de lado a questão da acessibilidade, valorizando o trânsito de veículos, além disso vemos as vias públicas com obras inacabadas ou depredadas, complicando a vida dos cidadãos contribuintes e principalmente das pessoas que necessitam de estruturas acessíveis. Trata-se de um direito e não uma cortesia.
O número de pessoas no DF que necessitam atenção quanto ao aspecto da acessibilidade é crescente, cerca de 500 mil, segundo a Codeplan. 
Até quando os gestores públicos deixarão de lado questões tão importantes com esta?


terça-feira, 21 de maio de 2013

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital




A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova. 



Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.


Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes. 

Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: "Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles". 

O que a senhora diria a um professor que nunca usou um computador e precisa incorporar essa ferramenta em sua rotina de trabalho? 
Que não tenha medo de errar nem vergonha de dizer "não sei" quando estiver em frente a um micro. O computador não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças. 

Como deve ser uma capacitação que ajude o professor a se adaptar a essas novas exigências? 
É fundamental que a capacitação ofereça ao professor experiências de aprendizagem com as mesmas características das que ele terá de proporcionar aos alunos, futuros cidadãos da sociedade conectada. Isso pede que os responsáveis pela formação se apropriem de recursos tecnológicos e reformulem espaços, tempos e organizações curriculares. Nunca devem ser organizados cursos de introdução à microinformática, com apostilas e tutoriais. Esse modelo reforça concepções que precisam ser mudadas, como a de um curso com dados formalizados para consultar e memorizar. Em uma experiência desse tipo, o professor se vê como o profissional que transmite aos estudantes o que sabe. Se ele não entende de computação, como vai ensinar? Aprender é libertar-se das rotinas e cultivar o poder de pensar! 

Que competências os educadores devem adquirir para utilizar com sucesso os recursos da informática? 
Os professores em formação necessitam desenvolver competências de formular questões, equacionar problemas, lidar com a incerteza, testar hipóteses, planejar, desenvolver e documentar seus projetos de pesquisa. A prática e a reflexão sobre a própria prática são fundamentais para que os educadores possam dispor de amplas e variadas perspectivas pedagógicas em relação aos diferentes usos da informática na escola. 

Onde o professor pode buscar informações sobre inclusão digital? 
Ele pode visitar sites e participar de grupos de discussão. Consultar revistas especializadas e cadernos especiais dos jornais também ajuda muito. Outro caminho é buscar conhecimentos mais específicos com estudantes de escolas técnicas ou de cursos de graduação em informática e ouvir os próprios alunos. 

É comum encontrar estudantes que têm mais familiaridade com a informática do que o professor. Como tirar proveito disso? 
Transformando o jovem em um parceiro do adulto. Quando isso acontece, a relação educativa deixa de ser hierárquica e autoritária e passa a ser de reciprocidade e ajuda mútua. O educador não deve temer que o estudante o desrespeite. Ao contrário, o adolescente vai se sentir prestigiado por partilhar sua experiência e reconhecer a honestidade do professor que solicita sua ajuda. Esse fato é determinante para a criação de um mundo conectado. 

A senhora coordena programas ligados à inclusão digital em escolas públicas. Que lições tirou dessa experiência? 
Na década de 1980, descobri que o computador é um recurso "para pensar com", e que os alunos aprendem mais quando ensinam à máquina. Em escolas municipais de Novo Hamburgo, crianças programaram processadores de texto quando ainda não existiam os aplicativos do Windows, produziram textos de diferentes tipos, criaram protótipos em robótica e desenvolveram projetos gráficos. Hoje, encontro esses meninos em cursos de ciência da computação, mecatrônica, engenharia e outras áreas. Na Escola Parque, que atendia meninos de rua em Brasília, a informática refletiu na formação da garotada, melhorando sua auto-estima e evidenciando o desempenho de pessoas socialmente integradas. Alguns desses garotos foram contratados como professores e outros como técnicos. 

Os alunos da rede pública têm o mesmo desempenho no uso da informática que os de escolas particulares e bem equipadas? 
Sim. A tese de doutorado que defendi em 1986 me permitiu comprovar o funcionamento dos mecanismos cognitivos durante a construção de conhecimentos. Nos anos 1990 iniciei as experiências de conexão e confirmei uma das minhas hipóteses: as crianças pobres consideradas de pouca inteligência pelas escolas, quando se conectam e se comunicam no ciberespaço, apresentam as mesmas possibilidades de desenvolvimento que os alunos bem atendidos e saudáveis. 

A educação brasileira pode vencer a exclusão digital? 
Há excelentes condições para que isso aconteça. No Brasil já temos mais de 20 anos de estudos e experiências sobre a introdução de novas tecnologias digitais na escola pública. Esses dados estão disponíveis. O Ministério da Educação vem criando projetos nacionais com apoio da maioria dos estados, como o Programa Nacional de Informática Educativa (Proninfe) e o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo). Muitas organizações sociais e comunitárias também colaboram nesse processo. 

O que mais emperra o uso sistemático da informática nas escolas públicas? 
A falta de continuidade dos programas existentes nas sucessivas administrações. Não se pode esperar que educadores e gestores tomem a iniciativa se o estado e a administração da educação não garantem a infra-estrutura nem sustentam técnica, financeira e politicamente o processo de inovação tecnológica. 

Como o computador pode contribuir para a melhoria da educação? 
Inclusão digital não é só o amplo acesso à tecnologia, mas a apropriação dela na resolução de problemas. Veja a questão dos baixos índices de alfabetização e de letramento, por exemplo. Uma solução para melhorá-los seria levar os alunos a sentir o poder de se comunicar rapidamente em grandes distâncias, ter idéias, expressá-las como autores e publicar seus escritos no mundo virtual. 

Nossas escolas estão preparadas para utilizar plenamente os recursos computacionais? 
A escola formal tem privilegiado essa concepção: é preciso preparar a pessoa para que ela aprenda. Mas o ser humano está sempre se desenvolvendo. Assim, as instituições também estão constantemente em processo. Por isso, a escola não precisa se preparar. Ela começa a praticar a inclusão digital quando incorpora em sua prática a idéia de que se educa aprendendo, quando usa os recursos tecnológicos experimentando, praticando a comunicação cooperativa, conectando-se. Mas algumas coisas ainda são necessárias. Conseguir alguns computadores é só o começo. Depois é preciso conectá-los à internet e desencadear um movimento interno de buscas e outro, externo, de trocas. Cabe ao professor, no entanto, acreditar que se aprende fazendo e sair da passividade da espera por cursos e por iniciativas da hierarquia administrativa. 

Existe um padrão ideal de escola que usa a tecnologia em favor da aprendizagem? 
Não é conveniente buscar padrões. Como sugeria Einstein, quando se trata de construir conhecimento é mais produtivo infringir as regras. O primeiro passo é reestruturar o espaço e o tempo escolares. Devemos dar condições para que os estudantes de idades e vivências diferentes se agrupem livremente, em lugares próximos ou distantes, mas com interesses e desejos semelhantes. Eles vão escolher o que desejam estudar. Essa liberdade definirá suas responsabilidades pelas próprias escolhas. Os professores orientarão o planejamento de forma interdisciplinar. Isso tudo é possível com o registro em ambiente magnético, que é de fácil consulta. Toda a produção pode ser publicada na internet, intercambiada e avaliada simultaneamente por professores de diferentes áreas. 

Qual é sua avaliação sobre a proliferação de centros de educação a distância? 
Nestes tempos de transição vamos conviver com projetos honestos e desonestos, alguns bem orientados e outros totalmente equivocados. O pior dos males é a voracidade do mercado explorador da educação a distância. Espero que a própria mídia tecnológica dissemine informações para o público interessado ter condições de analisar esses centros. É importante discriminar os cursos consistentes dos que "vendem ensino", ou seja, que reproduzem o ensino da transmissão, fora de contexto, em que o aluno memoriza sem compreender.


Léa da Cruz Fagundes
Gaúcha, com 58 anos de magistério, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul dedica-se há mais de 20 anos à informática educacional. Psicóloga com mestrado e doutorado com ênfase em informática e conferencista internacional requisitada, Léa Fagundes preside atualmente a Fundação Pensamento Digital, organização não governamental que dissemina a computação entre populações carentes.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ESTATUTO DO NASCITURO

Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO cujo objetivo tem por objetivo garantir os direitos da criança por nascer ou seja, garantir os direitos do nascituro. Este Projeto foi reapresentado em 2007 pelos Deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini, ambos escolheram não se candidatar à reeleição em 2010. 


O Estatuto do Nascituro está agora tramitando na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e o relator continua sendo o Deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que apresentou parecer pela adequação financeira e orçamentária do Substitutivo aprovado na CSSF. A tramitação por esta Comissão deve-se ao fato de que faz-se necessário parecer pela adequação financeira e orçamentária, ou seja, como o Projeto prevê despesas do Estado no apoio à criança cuja gestação decorreu de violência sexual e mesmo assim a gestante resolveu ter o filho, mas, não tem condições financeiras de criá-la.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Brasil lança campanha contra exploração sexual de crianças e adolescentes


Fonte:Portal Brasil (15/05/2013)
Campanha “Faça Bonito, Proteja Nossas Crianças”  lançado nesta quarta-feira (15), para mobilizar a população no combate à violência sexual cometida contra crianças e adolescentes
 
O Brasil lança nesta quarta-feira (15) a campanha "Faça Bonito, Proteja Nossas Crianças" para combater a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes. Mais de três mil municípios de todos os estados brasileiros participam das mobilizações em torno da data. Serão realizadas Palestras, seminários, workshops, caminhadas, entre outras atividades para conscientizar a população sobre a importância da defesa de crianças e adolescentes contra a violência sexual.
A ação, que antecede o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de maio), faz parte de uma parceria entre o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
O evento também conta com a participação da Caravana Siga Bem, que desenvolve projetos voltados para a proteção da infância e da adolescência no Brasil.  
Durante a celebração também acontecerá à entrega oficial da 3ª Edição do Prêmio Neide Castanha. O prêmio é destinado a pessoas físicas e jurídicas que mereçam destaque por sua atuação na promoção e defesa dos direitos infanto-juvenis no enfrentamento da violência sexual. Também está previsto na Solenidade o Lançamento da revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.
Atualmente, o Plano compõe a estrutura da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, dentro da Secretaria de Direitos Humanos, e coordena políticas importantes como o Disque 100 e o Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (Pair).
Em 2012, segundo dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, foram 130.029 denúncias de violência contra crianças e adolescentes, número superior em 58,3% às 82.117 denúncias realizadas em 2011. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, também em 2011, foram mais de 14.600 notificações de violência doméstica, sexual, e física, contra crianças menores de 10 anos. 
Mapeamento da Polícia Federal Rodoviária, realizado em parceria com a Childhood Brasil, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, e a Organização Internacional de Trabalho, mostra que nas rodovias existem diversos pontos vulneráveis de exploração sexual de crianças e adolescentes.



sábado, 11 de maio de 2013

Estudante da Unb cria sistema que abre a porta pelo celular


O desenvolvimento e a pesquisa não param e promovem uma revolução visando facilitar a vida das pessoas.
Este é um projeto que facilita a acessibilidade para todos e dá uma noção de como a tecnologia será em breve!

Aposentadoria especial para pessoas com deficiência



A presidente Dilma Rousseff sancionou na última quinta (9/05) a Lei Complementar nº 142, que reduz a idade e tempo de contribuição à Previdência Social para a aposentadoria de pessoa com deficiência. A norma foi publicada no Diário Oficial da União e o benefício depende do grau de deficiência do segurado. O Poder Executivo terá o prazo de seis meses para regulamentar os detalhes e fazer os ajustes necessários para que a lei seja aplicada.
Nos casos de deficiência grave, a aposentadoria será concedida após 25 anos de tempo de contribuição para homens e 20 anos para mulheres. O tempo de contribuição passa para 29 anos para homens e 24 anos para mulheres no caso de deficiência moderada. Não houve redução para os portadores de deficiência leve, pois, nestes casos, não há impedimentos e dificuldades que justifiquem um tempo menor de contribuição.
Segundo a lei, homens poderão se aposentar aos 60 anos e, mulheres aos 55 anos, independentemente do grau de deficiência, desde que cumprido o tempo mínimo de contribuição de 15 anos e comprovada a existência de deficiência durante igual período. O Poder Executivo definirá as deficiências grave, moderada e leve. Caberá aos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atestarem o grau de deficiência do segurado, se filiado ou com filiação futura ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
A presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Jane Berwanger, comemora a publicação da lei. Desde 2005 a Constituição Federal prevê um benefício diferenciado para os deficientes e estávamos aguardando a regulamentação.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Muito além dos tablets: digitalização da educação implica mudança de cultura


“Digitalização não tem a ver apenas com introdução de tablets e projetores em sala de aula. Tem a ver com uma mudança de cultura”

06.05.2013 | Envolverde/ Portal Aprendiz/ Foto: Fotolia

Introduzir a tecnologia em sala de aula já não é tarefa fácil. Além do investimento financeiro que a medida impõe, as instituições de ensino acabam tendo que destinar tempo e recursos na formação de educadores e adaptação de conteúdos. E como se não bastasse, em pouco tempo de implementação, especialistas na área já chegaram a um consenso: não basta apenas ter um tablet à mão, é preciso que a escola absorva os princípios da cultura digital.
"Digitalização não tem a ver apenas com introdução de tablets e projetores em sala de aula. Tem a ver com uma mudança de cultura", analisa Ana Barroso, especialista em comportamento digital, sócia da Sodet - empresa que desenvolve ferramentas de colaboração e compartilhamento de informações.
Segundo ela, os educadores precisam ter acesso à ferramentas que os possibilitem compartilhar e distribuir o conhecimento que já possuem. "É muito comum ver professores em pânico diante de tantos estímulos. Muitas vezes eles terminam isolados tentando lidar com redes sociais e outras plataformas."
Para evitar esse tipo de situação, uma das saídas propostas por Ana é a formação de redes. Ela acredita que essa pode ser uma forma de romper com o medo da tecnologia e permitir a troca de experiências exitosas entre docentes. Como resultado imediato, eles teriam disponível um grande leque de vivências em sala de aula.
Educação do Futuro
Alguns países, como Estados Unidos e Finlândia, vêm testando formatos educacionais nos quais a incorporação da cultura digital - com ênfase para os aspectos de co-criação, colaboração e compartilhamento - acabaram forjando novos paradigmas de aprendizagem.
Durante o "Congresso Visão XXUNO: O desafio de construir a escola", que o Portal Aprendiz acompanha em Orlando, Estados Unidos, o diretor geral da Santillana Digital, Miguel Barrero, apresentou os alicerces da educação do futuro.
Flip Education
Baseada em pesquisa e investigação, a chamada Educação Invertida pressupõe que a escola é um lugar de interação e, sobretudo, um espaço para sanar dúvidas. Por meio de videoaulas, os alunos recebem os conteúdos a serem estudados em casa e vão às aulas para construir significados sobre o que aprenderam. Nesse modelo, o estudante é protagonista do processo educativo e cabe ao professor estabelecer dinâmicas e caminhos, a fim de orientá-lo. O mobiliário tradicional de uma sala de aula não dá conta dessa proposta, por isso, a tendência é que os espaços educativos sejam todos circulares. Na Finlândia, esse cenário já é uma realidade.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Rybená - player de acessibilidade!



O Player Rybená é capaz de converter qualquer página da Internet em HTML ou texto escrito em português, para a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, permitindo tornar os sites acessíveis aos surdos.
O Rybená Voz permite que pessoas com baixa visão ou analfabetos funcionais acessem o conteúdo de sítios internet pela transformação de textos HTML em voz humana sintetizada.
A solução Rybená WEB oferece aos surdos, deficientes auditivos, visuais parciais, idosos, iletrados, disléxicos e outras pessoas com necessidades especiais, a possibilidade do entendimento dos textos das páginas da web não protegidos.
Com tecnologia de ponta, completamente nacional, a solução é capaz de traduzir textos do português para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e de converter português escrito para voz falada no Brasil.
Segundo o Decreto 5.296/2004, em seu artigo 5, estabelece: “Os órgãos da administração pública direta, indireta e fundacional, as empresas prestadoras de serviços públicos e as instituições financeiras deverão dispensar atendimento prioritário às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Solução Guarux - Voltada à educação especial

Incluir digitalmente pessoas com deficiência visual, tetraplégicos e crianças com Transtorno de Desenvolvimento Global. Este é o objetivo do Guarux, solução de Tecnologia da informação (TI) que foi disponibilizada neste sábado, 27/04, durante o Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre de Guarulhos. Criado em 2009 pela Prefeitura Municipal de Guarulhos a partir do Linux Ubuntu, a utilização do sistema operacional gerou uma economia de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos do município.


Em Guarulhos, o sistema é utilizado por cerca de 22 mil usuários da prefeitura. Além disso, o Guarux atinge uma grande parcela da população através dos centros de inclusão digital, que na cidade são chamados de Telecidadanias. Estes locais têm mais de seis mil acessos mensais e mais de sete mil usuários cadastrados. Os Telecidadanias fornecem ainda cursos profissionalizantes e cursos básicos de informática.


Com a disponibilização do Guarux no Portal do Software Público Brasileiro, o diretor do Departamento de Informática e Telecomunicações da administração da cidade paulista, Leandro Gramulha, espera que outros municípios possam se beneficiar das ações que foram desenvolvidas e economia gerada. “Queremos ajudar outras prefeituras e colaborar com outros projetos de inclusão digital. Também queremos receber ajuda e debater a evolução da ferramenta”, disse.

As prefeituras de Matão e Osasco, do estado de São Paulo, já utilizam a solução em seus projetos de inclusão digital.

A Solução Guarux é uma distro voltada à educação especial ou até mesmo a usuário final, visando, principalmente a acessibilidade de deficientes visuais e tetrapelegia com mecanismos(jogos) próprios voltados ao desenvolvimento de pessoas com Síndrome de Down e TDG - Transtorno Global do Desenvolvimento. (Autismo, Asperger, Síndrome do cromossomo X, entre outros). Além disso, contém uma gama de softwares educacionais e pedagógicos que auxiliam os estudos de crianças, adolescentes, adultos e docentes bem como profissionais na área da saúde que estejam envolvidos com estes temas.

Principais softwares embarcados:

  - Eviacam (interface que permite ao usuário mover e clicar o ponteiro do mouse utilizando movimentos da cabeça, o movimento é acionado por uma web cam. http://viacam.org)

  - Orca (Leitor de tela destinado a deficientes visuais, o software fornece acesso a aplicativos e kit ferramentas que suportem AT-SPI como o ambiente GNOME, informando ao usuário, por meio de voz, qual aplicativo está sob a mira do ponteiro. http://live.gnome.org/orca)

  - Tuxtype (jogo educacional de datilografia. http://tux4kids.com)

  - TDGrux (sistema voltado para o TDG – Transtorno do Desenvolvimento Global (autismo). Tem o intuito de facilitar a interação das crianças com o ambiente, possibilitando maior aproximação das pessoas que as cercam) dentre outros.

Principais Características Técnicas:

  - Sistema Base: Distro Linux Ubuntu, versão: 10.04 (lucid) kernel: 2.6.32-21-generic.

Acesse a comunidade Guarux:


    http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=66594611

fonte: portal do software público