terça-feira, 4 de junho de 2013

Boas práticas de inclusão escolar


Em muitos casos a estrutura da escola não permite a prática da inclusão de forma adequada. É preciso repensar como atender nossos alunos com necessidades especias  minimizando os diversos conflitos.  As dificuldades observadas não devem ser  obstáculos intransponíveis no processo educacional. Buscar alternativas de adaptação e de flexibilização das atividades são necessárias para que todos tenham condições de avançar. 

Confira as  dicas de especialistas para fazer a inclusão de verdade na sua escola.



Valorize os saberes do aluno com Síndrome de Down
O grau de comprometimento intelectual dos alunos com Síndrome de Down varia de pessoa para pessoa. Mas, de modo geral, ao preparar a aula para esses alunos dê preferencia para informações visuais e proponha desafios gradativos. Valorize e utilize os interesses destes estudantes para estimular o aprendizado

Perceba as características especificas de cada autista
Não desista dos alunos que se recusam a interagir. Valorize as habilidades do autista para criar situações de interação e minimizar a dificuldade de convívio social. Ajude o aluno a incorporar rotinas em grupo e regras de convívio social

Organize os espaços para o deficiente visual
Informe a localização dos objetos da sala de aula, mas não faça uma organização exclusiva para o aluno com deficiência visual. Permita mudanças e estimule a mobilidade.

Valorize o recursos sonoros
Se tiver um aluno cego na turma, planeje aulas com mais recursos sonoros e lembre-se de chamar o estudante sempre pelo nome. Além disso, procure fornecer materiais impressos em braille, para que ele tenha acesso a todos os conteúdos.

Na deficiência auditiva, recursos visuais podem ajudar
Se o seu aluno surdo consegue fazer a leitura orofacial, sugira que ele sente nas carteiras da frente e fale com clareza. Usar recursos visuais também ajuda na compreensão dos conteúdos.

Verifique o que a criança com deficiência física pode fazer
O aluno com deficiência física pode não querer participar das atividades por outros motivos que não sejam, necessariamente, a deficiência. Explore o que ele pode fazer e estimule sua participação - inclusive nas aulas de Educação Física.

 





Nenhum comentário:

Postar um comentário